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O Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central do Brasil (BC) que permite transações 24 horas por dia e sete dias por semana, já caiu no gosto do brasileiro. De novembro de 2020 a março deste ano, o número de operações mensais aumentou mais de 1000%, saltando de 33,5 milhões para 393,6 milhões.
O BC anunciou novidades que pretende incorporar ao sistema ainda neste ano. Uma delas é a possibilidade de devolução ágil de recursos pela instituição recebedora, em casos de suspeita de fraude ou falha operacional nos sistemas das instituições participantes, prevista para o quarto trimestre de 2021.
A medida é importante porque criminosos têm se aproveitado da nova tecnologia para, através de técnicas de engenharia social, se apossarem de rendimentos de terceiros. Uma outra medida para impedir golpes, a qual já está em vigor, é o ajuste do valor máximo das transferências realizadas por dia.
O cliente consegue reduzir o limite diretamente pelos aplicativos das instituições bancárias. Já os aumentos precisam ser avaliados pelos bancos.
Outra funcionalidade a ser incorporada é o QR Code do Pagador. Com ele, será possível fazer um Pix, mesmo quando o pagador estiver sem internet. O objetivo é democratizar o acesso dos brasileiros aos meios de pagamento eletrônicos, visto que muitas pessoas só podem pagar por um pacote de internet móvel com dados limitados.
Além disso, o saque por meio do Pix irá se tornar realidade ainda no segundo semestre, o que pode promover maior competição no sistema financeiro nacional.
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