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A ômicron, ao que tudo indica, já é a maior razão para afastamento profissional no Brasil hoje. Dados preliminares compilados pela Closecare apontam que atestados médicos relacionados a Covid e problemas respiratórios encerrarão janeiro representando 51% do total. Em dezembro, no pico registrado até agora, eles eram 39,1%.
A epidemia de gripe, cujos sintomas são semelhantes aos da Covid e que atinge algumas cidades do país, também deve ter contribuído para a escalada de casos.
A Closecare, start-up que faz gestão de atestados médicos para empresas, estima que os empresários receberão 18 milhões de atestados em janeiro, o dobro do volume de dezembro. O custo desse absenteísmo no mês deve ficar perto de R$ 12 bilhões.
Com o salto no número de casos, regiões com grande disseminação da doença devem registrar até metade dos profissionais com pelo menos um atestado no mês. Historicamente, 1 a cada 4 funcionários (25%) entrega ao menos um atestado por mês.
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