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As lojas de atacado supermercadista que também atendem famílias se tornaram o comércio de autoatendimento mais frequentado no país, segundo a Nielsen, que audita o setor.
Os pontos de “atacarejo”, como são conhecidas as empresas, foram visitados por 60% dos consumidores neste ano, contra 58% dos supermercados de rede, a modalidade de comércio mais prevalecente até o ano passado.
A alta se deu a partir de 2015. O segmento era o terceiro mais frequentado, atrás dos hipermercados, há três anos.
“Durante a crise, esse canal atendeu a novas necessidades de preço. Depois da recessão, no entanto, o consumidor não deixou de frequentar essas lojas”, afirma Roberto Butrageño, diretor de atendimento de varejo da Nielsen.
A tendência é que dois tipos de comércio de autoatendimento sigam em alta: “atacarejo” e pequenas lojas de conveniência, segundo Ricardo Roldão, sócio da rede que leva seu sobrenome e presidente da Abaas, associação do setor.
“Os hipermercados vão fechar ou mudar de conceito. Ano a ano, a participação e o faturamento deles só cai.”
O crescimento do “atacarejo” deverá ser mais lento no futuro, segundo Everton Muffato, sócio da empresa que tem seu sobrenome.
“Algumas regiões já atingiram sua maturidade e não suportam novas lojas desse tipo. Antes era mais fácil decidir onde abrir pontos. Agora tem menos espaço.”
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