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Em pronunciamento em Plenário nesta segunda-feira, dia 11, o senador José Reguffe (sem partido-DF) criticou a demora do governo em corrigir os limites de isenção da tabela do Imposto de Renda.
O parlamentar apresentou os números de um estudo denominado; A Defasagem na Correção da Tabela do Imposto de Renda Pessoa Física, publicada pelo Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).
De acordo com a pesquisa, caso a tabela fosse corrigida, estariam isentos de pagar Imposto de Renda os trabalhadores que ganhassem até R$ 3.689,93. Atualmente estão isentos apenas os que recebem até R$ 1.903,98. A dedução por dependente passaria de R$189,59 à R$370,58, por mês. E o teto das deduções com educação passaria de R$ 3.739,57 para R$ 6.961,40.
“O governo, ao não corrigir os limites de isenção da tabela do Imposto de Renda, retira do assalariado mais imposto do que ele deveria estar pagando. E isso precisa ser combatido, afirmou Reguffe.
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