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Falar em Inteligência Artificial ou sobre as maravilhas do avanço tecnológico na sociedade era coisa de filmes de ficção científica. Eram. Hoje, não vivemos sem o apoio tecnológico para pedir comida, pagar contas, comprar passagens, reservar hotéis, ouvir música e tantas outras coisas que estão por vir. A Inteligência Artificial é uma realidade presente em praticamente todas as áreas do conhecimento e, uma delas, é a Contabilidade.
Para acompanhar essas mudanças tecnológicas e suas influências na profissão contábil, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) instituiu, por meio de portaria, a Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia que realizou a sua primeira reunião, nessa segunda-feira (11), na sede do CFC, em Brasília (DF).
A comissão terá, dentre outros objetivos, analisar e tratar os impactos da inteligência artificial e vislumbrar horizontes para a profissão, além de promover a discussão sobre a necessidade de regulamentação específica do uso de novas tecnologias pelos profissionais, sob a perspectiva da ética, da inovação e do mercado de trabalho. De acordo com o presidente do CFC, Zulmir Ivânio Breda, “o material que será produzido e divulgado pela comissão terá a filosofia que o Sistema CFC/CRCs pensa sobre o impacto tecnológico na profissão”.
Um dos pontos abordados por Breda foi a revisão da regulação. Segundo ele, há três aspectos que merecem ser discutidos: primeiro, a perspectiva sob o ponto de vista ético; o segundo, sob o ponto de vista profissional e a relação com o cliente; e o terceiro, uma norma técnica que trate sobre o tema.
Durante a reunião foram tratados, também, dos seguintes tópicos: forma de atuação da comissão; escopo e cronograma de trabalho; qualidade dos serviços nesse ambiente de transformação tecnológica; mapeamento das tecnologias para orientação da sua aplicabilidade aos profissionais; impacto do avanço tecnológico na educação continuada e na formação dos futuros profissionais.
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